SUPERSTIÇÃO: ENTRE O MEDO E A ESPERANÇA

Valterlan Tomaz Correia

Resumo


O objetivo deste artigo é explorar as observações do filósofo Benedictus de Spinoza (1632-1677) quanto às causas da superstição. A superstição, que é o medo e a esperança, cria subterfúgio nos momentos mais desesperadores nos quais o homem não encontra saída com fundamento na razão. Sendo assim, medo e esperança são a base sustentadora da superstição e justificam as escolhas dos homens alimentados pelos sentimentos frutos das vicissitudes da vida. Spinoza conclui que todos os homens estão sujeitos à superstição e se apegam fortemente a qualquer forma de escape ou salvação, ainda que seja uma ilusão.

 

PALAVRAS-CHAVES: Homem, Superstição, Medo, Esperança, Razão.

 

SUPERSTITION: BETWEEN THE FEAR AND THE HOPE

ABSTRACT:

The purpose of this article it’s to explore the observations of the philosopher Benedictus Spinoza (1632-1677) about superstition causes. The superstition, which is the fear and the hope, to create subterfuges in the most desperate moments in which the man doesn’t finds exit on basis of the reason. Therefore, fear and hope are the base which sustains the superstition and justify the choices of men influenced by feelings which are result of the adversities of life. Spinoza concludes which all of men are subject to superstition and clings strongly to any form of escape or salvation, even if it’s an illusion.   

KEY-WORDS: Man, Superstition, Fear, Hope, Reaso

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