O PENSAR E O NÃO PENSAR EM HANNAH ARENDT E EDGAR MORIN

Jenerton Arlan Schütz

Resumo


Profundas mutações culturais, políticas, econômicas e sociais, irradiados por dispositivos tecnológicos e aparatos de veiculação, caracterizam o limiar do século XXI. O mundo sem fronteiras e o desejo da aldeia global, acenam para a formação de um consenso no campo dos signos sociais e do pensamento. Neste entendimento, em meio ao senso comum e a ideologia de massas, como desenvolver um pensamento refletido? Evocamos Hannah Arendt e Edgar Morin para pensar este contexto. O momento clama para uma nova subjetividade na educação, onde a escola e o professor sejam sujeitos da ação e não exercem de forma instrumental ofícios

Palavras-chave


Pensar, Complexidade, Educação.

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