Organismos internacionais e a EPT: a rendição do ensino superior

Leiliana Rebouças Freire

Resumo


Esse artigo é um fragmento da nossa pesquisa de mestrado concluída em 2015, denominada: O ensino superior brasileiro mercantilizando: PROUNI e FIES no contexto da crise estrutural do capital, que mostra as novas demandas sócio econômicas e educacionais, que engendrou a “contrarreforma” do ensino superior, reflexo da crise estrutural do capital, operacionalizada de acordo com os organismos internacionais e o paradigma da Educação Para Todos- EPT. Através de políticas que vem imprimindo um caráter mercantil na educação, amparados num discurso de democratização do acesso, tem se delineado um novo modelo de ensino superior, que nós referenciamo-lo como ensino pós-médio, aligeirado e pobre. A questão central para o ensino superior e em particular para Universidade brasileira atual, é, se ela conseguirá, ainda que parcialmente, manter-se independente das pressões de um mercantilismo onipresente, nos indivíduos e na sociedade frente a crise estrutural do capital. Para os esclarecimentos necessários desenvolvemos uma pesquisa bibliográfico-documental, a partir de uma leitura marxista da sociedade. Dos teóricos, estudiosos e pesquisadores, que nos guiaram na nossa empreitada, destacamos, Mészáros (2011), Leher (2004), Rabelo e Mendes Segundo (2005), Gomes (2008) e demais estudiosos e teóricos necessário no esclarecimento da nossa reflexão.

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