LOGÍSTICA TERRITORIAL E A DIALÉTICA FLUIDEZ – CONTROLE ADUANEIRO: O CASO DO PORTO SECO DE FOZ DO IGUAÇU-PR

Roberto França Silva Junior

Resumo


A circulação, no atual período histórico, não é realizada apenas por meio de técnicas que viabilizam a movimentação de mercadorias e informações, mas por normas e instituições que regulam, organizam e potencializam esses fluxos. Essas condições técnico-normativas estão reunidas nos portos secos, nós logísticos alfandegados capazes de viabilizar a fluidez necessária a determinados circuitos espaciais de produção, ao mesmo tempo que servem ao controle fiscal. A atuação do porto seco como nó de circuitos espaciais nos põe a pensar o território usado como um recurso para os agentes corporativos, cuja atuação se dá em consonância com o estado, sendo a logística territorial uma materialização dessa relação e do conhecimento das empresas a respeito do território, com todas as suas normas, seus limites, seus trunfos etc. Tendo em vista essas questões, o objetivo deste artigo é analisar o porto seco de Foz do Iguaçu-PR e a importância crescente dos nós logísticos aduaneiros nos processos tributários e, sobretudo, com o incremento de elevada densidade técnico-normativa-informacional.

Palavras-chave


Logística territorial; portos secos; nós logísticos; Foz do Iguaçu (PR); Circulação.

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Revista GeoUECE
ISSN online: 2315-028X

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