ASSIMETRIAS DAS RELAÇÕES ENTRE VERTICALIDADES E HORIZONTALIDADES NO ESTUDO DE CIDADES MÉDIAS: PROBLEMATIZAÇÕES A PARTIR DA CIDADE DE TEÓFILO OTONI – MG

Wagner Batella

Resumo


A temática das cidades médias tem se destacado nos últimos anos, em grande medida, não apenas pelo recente e diligente crescimento do número de núcleos urbanos que superam a faixa de 100.000 habitantes, mas também pelas transformações nas dinâmicas urbanas e regionais envolvendo essas cidades. O critério demográfico é um importante ponto de partida nesses estudos, mas insuficiente para abranger a complexidade das transformações nos papéis desempenhados pelas cidades médias na rede urbana. Considerando que a capacidade de realizar intermediações das relações entre diversas escalas seja uma das principais características dessas cidades, pretende-se, neste trabalho, problematizar a cidade de Teófilo Otoni, localizada na porção nordeste do estado de Minas Gerais, como uma cidade média a partir da proposição de Santos e Silveira (2008), que entendem essas cidades “na encruzilhada das verticalidades e das horizontalidades”. Os resultados revelam as assimetrias que derivam da articulação desses vetores e sinalizam para novas perspectivas de análises sobre as aglomerações urbanas não metropolitanas.

Palavras-chave


Cidades médias; Horizontalidades; Verticalidades.

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Revista GeoUECE
ISSN online: 2315-028X

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