O público e o privado

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O periódico O público e o privado (PP) é uma publicação acadêmica do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Estadual do Ceará (UECE), de periodicidade semestral. Destina-se a publicar e divulgar trabalhos de pesquisadores nacionais e estrangeiros, resultados de estudos e pesquisas, considerando a relevância e inserção da temática na produção do conhecimento teórico-empírico na área das ciências humanas e sociais.

O periódico tem como objetivo promover a produção e a socialização do conhecimento acadêmico por meio da publicação de dossiês temáticos, artigos, resenhas, entrevistas e relatórios de pesquisas, bem como incentivar a criação, divulgação e interlocução de redes temáticas com grupos de pesquisadores de Universidades brasileiras e estrangeiras.

O periódico O público e o privado (Qualis B2 na área da Sociologia) está indexada em: Latindexwww.latindex.unam.mxSumários de Revistas Brasileiras | www.sumarios.org.br ; Portal períodicos Capeswww.periodicos.capes.gov.br ; Sistema Eletrônico de Revistas/SEER | www.seer.ibict.br 

ISSN Impresso: 1519-5481 (até 2016)

ISSN Eletrônico: 2238-5169

Capa: Portal Arquitetônico


CHAMADA

Dossiê CULTURA ALIMENTAR: ABORDAGENS INTERDISCIPLINARES (N.31, Jan./jun.2018)

Organizadores:  Kadma Marques(UECE), Jorge Santiago (Université Lumière Lyon 2) e Paula Guerra (Universidade do Porto)

Este dossiê volta-se ao tratamento da noção de «cultura alimentar», a qual somente aparece no âmbito das Ciências Sociais europeias a partir do início dos anos 2000, e mais recentemente, tem ganho espaço no Brasil não só a partir das pesquisas desenvolvidas pela Sociologia e Antropologia, mas também a partir da Gastronomia. É inegável que, por sua complexidade, o campo alimentar tem sido alvo de abordagens de múltiplas disciplinas. Para citar apenas alguns enfoques mais consolidados, cientistas políticos têm problematizado a dimensão alimentar pelo viés das políticas públicas; o entendimento sócio-antropológico tem definido a alimentação como um «fato social total» (Mauss); enquanto historiadores engajam-se em produzir conhecimentos pautados por rupturas no tempo; e geógrafos têm insistentemente adotado a cultura alimentar para relacionar populações humanas e efeitos de distanciamentos e fusões no que tange ao microclima que as abriga. Conjugadas, estas e outras abordagens permitiram a emergência de um campo de pesquisa cuja epistemologia coloca o fato alimentar no centro de suas preocupações. Atualmente, tais pesquisas não mais se restringem aos limites disciplinares tradicionais, mas almejam fortalecer conexões, engendrando análises que evidenciem as diferentes dimensões que recobrem, sobrepõem-se e se articulam em torno da alimentação no contexto das sociedades complexas contemporâneas. Portanto, serão aceitos neste dossiê artigos advindos de pesquisas que coloquem em diálogo, de forma original, a noção de cultura alimentar sob a perspectiva interdisciplinar das ciências humanas, mas também sob a articulação destas às ciências exatas.

AVISO: a revista prorroga o envio de artigos, por meio do SEER, até o dia 20/01/2018.  http://www.seer.uece.br/?journal=opublicoeoprivado

 


n. 29 (2017): Culturas, Corpo e Natureza

O objetivo é reunir pesquisas, no âmbito das Ciências Sociais e Humanas, que proponham reflexões sobre as experiências corporais contemporâneas em suas interfaces com cultura e natureza. Nesse sentido um conjunto de temáticas ligadas ao turismo, ao sentimento de natureza e ao espaço urbano, às emoções e à arte pode ser explorado. Como se fazem os agenciamentos do corpo nas práticas turísticas e de lazer (praias, ecoturismo, esportes radicais, yoga etc) ou na criação coreográfica, por exemplo? Quais são os usos e as construções culturais do corpo em relação à sua – não menos construída – “naturalidade”? Como, a partir das imersões etnográficas dos pesquisadores, são elaboradas pistas analíticas que nos propõem refletir sobre as experiências do corpo no mundo? Visto de perto o corpo é síntese de múltiplos processos sociais e culturais que incorpora os modos dominantes de produção da subjetividade, mas que permite, criativamente, processos de singularização, num campo de tensões, coerções e subversões sociais. Pensar os usos do corpo, as invenções e intervenções corporais, as micropolíticas do desejo e as revoluções moleculares na cultura assim como as transformações tecnológicas e a gestão do Estado sobre o corpo, a cultura e a natureza, se constitui tanto um desafio analítico quanto metodológico e político. Talvez o maior desafio que se impõe hoje à teoria social diz respeito à construção de análises consistentes que deem conta das variações nos marcadores simbólicos de identidade que se inscrevem sobre a matéria corpórea. Não resta dúvida, porém, de que a boa teoria social aliada à cuidadosa pesquisa empírica é capaz de lançar luz sobre o referente corpo que resiste às tentativas de enquadrá-lo em modelos e padrões sociais e nas técnicas de disciplinamento e docilidade. 

Sumário

Editorial

Maria Glaucíria Mota Brasil, Geovani Jacó de Freitas
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7

Apresentação

Dossiê Culturas, Corpo e Natureza
Romain Jean Marc Pierre Bragard, Wellington Maciel
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9-11

Dossiê

Romain Jean Marc Pierre Bragard
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13-32
Wellington Maciel
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33-54
Igor Monteiro Silva, Ricardo Nascimento
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55-72
Clodomir Cordeiro de Matos Júnior
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73-92
Pedro Henrique Almeida Bezerra, Maria do Socorro Ferreira Osterne
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93-110

Artigos

Diane Southier
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111-130
Katury Rayane Ramos, Rosemary de Oliveira Almeida, Irene Alves de Paiva
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131-154
Danyelle Nilin Gonçalves, Harlon Romariz Rabelo Santos
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155-184

Temas Livres

Íbis Pereira
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185-196
Ana Karine Pessoa Cavalcante Miranda, Nicoly Isabelly Pereira Freire, Vládia de Moura Lendengue Dedê, Heyvah Amanda da Silva Pitombeira
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197-208

Resenhas

Antonio Marcos Silva
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209-217