Comunidades mais que imaginadas - ou da “ascese” juvenil nordestina: as juventudes de Fortaleza e Recife no final do século XX

Francisco José Gomes Damasceno, Francisco Gerardo Cavalcante do Nascimento

Resumo


Este texto reflete sobre as manifestações juvenis em duas das mais importantes cidades nordestinas, Fortaleza e Recife, tomando-as como ponto de partida para uma dupla apropriação: das cidades como interferentes em processos sociais mais amplos; e, da auto-criação de um ator sócio-histórico cada vez mais relevante no mundo contemporâneo: os jovens. A criação de seus “movimentos”, instaurados a partir de noções de beleza e de ética próprias, indiciam o caminho trilhado por estes intercessores do processo político e social.  A formação de comunidades que compartilham afetividades, ideias, práticas, lugares e uma linguagem comum, em geral se deu/dá de uma forma processual, lenta e marcada por um processo complexo de descoberta de si e do outro e que envolve táticas diversas, dentre elas a criação de seus movimentos.

Palavras-chave


Juventude, Cidade, Hip Hop, Punk, Mangeubit, Fortaleza, Recife.

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O público e o privado - Revista do PPG em Sociologia da Universidade Estadual do Ceará - UECE