Experiências participativas da juventude em Portugal: reflexões emergentes do caso do OPJ da Trofa

Giovanni Allegretti, Maria Andrea Luz da Silva, Francisco Freitas

Resumo


 O presente artigo discute formas de participação em sociedades que estão unidas por instituições que se apoiam na democracia representativa e no Estado de direito, tendo como consequência a convivência com um processo de desilusão com tais formas  tradicionais de governos representativos. A reflexão trata das novas e diversificadas formas que envolvem os cidadãos na  vida  coletiva  e  dentre  esse  conjunto  de  múltiplas  atividades  que  se definem pela organização e controle do governo pela sociedade, uma que vem se destacando entre as demais: Orçamento Participativo (OP). Embora tal  experiência  tenha  se  desenvolvido no contexto latino-americano  –  e principalmente no Brasil – a partir do final dos anos 1990, é na Europa que ela encontra um terreno especialmente fértil; razão, portanto, da escolha do relato do chamado OPJ da Trofa (Orçamento Participativo Jovem), cujos objetivos e  instrumentos  metodológicos  caracterizam  as  experiências  participativas europeias e o modelo dos “OP atuariais” (ou de base atuarial) em particular.

Palavras-chave


Participação Juvenil, Orçamento Participativo, Processos Evolutivos, Pedagogia Cidadã, Portugal.

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O público e o privado - Revista do PPG em Sociologia da Universidade Estadual do Ceará - UECE